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Elas, as fotografias

  • 22 de dez. de 2016
  • 1 min de leitura

Podemos chamar de arte, documento ou alquimia, mas a fotografia desde que surgiu é algo que sempre nos prendeu e nos fascinou. É o fragmento de tempo que podemos carregar no protetor de tela do nosso celular, na carteira, no relicário pendurado no pescoço aquela lembrança guardada no porta-retrato da nossa cabeceira que quando paramos para olhar nos invade de nostalgia daquele dia, e a gente se pega ali sorrindo a toa.

Sempre vai ser a dádiva de guardar um momento, não só uma lembrança, muitas vezes a fotografia é um contador de histórias, de valor, e empoderamento.

É o poder de conseguir matar mil palavras com uma imagem, de mostrar uma verdade, de emocionar alguém, de levantar a auto-estima e de mostrar um ponto de vista.


É maneira de eternizar aquilo que nossos olhos podem enxergar. Um nascimento, um recomeço, um casamento, um amor, aquela viagem dos nossos sonhos, a nossa juventude, o nosso amadurecimento, os amigos, a família, o nosso cachorro, ou simplesmente aquele dia que você se olhou no espelho e viu o quanto é linda.


Não importa se é na nossa selfie de todo dia, nos porta-retratos espalhados na sala de estar, nos álbuns de família, nas paredes dos museus, nos editoriais de moda, nas notícias do jornal, nas paisagens, nos ensaios, nas fotos conceituais, nas fotos tremidas. Gostamos de tê-las, compartilhá-las de admirá-las por saber que o fascínio delas é a nossa história, quem somos, quem fomos, a mera e fascinante humanidade

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