Guarda.
- 22 de abr. de 2017
- 1 min de leitura

Morar no amar infinito Do teu guardar
Guarda-te me em teu peito Faça me sujeito pronto Para receber teu acalento
Guarda no teu silêncio A desordem de sentimento Que se cala Sossegada Quando encontra morada Em minha jornada
Guarda a marra Menospreza as amarras Abaixa a guarda Submersível na infinidade Despida de vaidade Que nos envolve.
Devolve meu sossego Minha paz Só tu sabe o que é capaz.
Nos guarda. Aguarda. Eu volto...

Comentários